Ao longo dos séculos, a história indígena foi narrada por lentes externas, muitas vezes silenciando verdades e perpetuando estereótipos. Mas este cenário está mudando. A mídia indígena, feita por e para os povos indígenas, emergiu como uma ferramenta vital de ocupação de espaços e de defesa de direitos.
Neste 19 de abril, a ALCAR celebra a herança cultural,a resistência e o protagonismo dos povos indígenas na construção de um Brasil verdadeiramente democrático.
Hoje já temos comunicadores(as) indígenas pesquisando e divulgando trabalhos sobre a sua ancestralidade como Ariene Susui (graduada em Comunicação Social/Jornalismo e mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Roraima), Alice Pataxó (ativista e comunicadora indígena. Apresentadora do canal Nuhé e embaixadora WWF-Br), Cristian Wariu Tseremey’wa (fotógrafo, designer gráfico, podcaster, youtuber e tiktoker), Daiara Tukano (graduada em artes visuais e mestre em Direitos Humanos pela Universidade de Brasília, artista e curadora) e Ricardo Ykarunī Nawa (co-coordenador geral da Articulação Brasileira dos Indígenas Jornalistas e especialista em indigenismo da FUNAI).
Assim como eles, diferentes projetos na área da comunicação e da história surgiram e continuam surgindo para ampliar o alcande e dar visibilidade às pautas indígenas.
Conheça mais sobre os povos originários
Mídia Indígena
Site: https://midiaindigena.com.br/
Instagram: https://www.instagram.com/midiaindigena/
Literatura indígena Brasileira de Carina Pataxó
https://www.instagram.com/literaturaindigenabrasil/
Povos indígenas do Brasil
https://www.instagram.com/povosindigenas/
Dica de livros
. O caráter educativo do movimento indígena brasileiro, Daniel Munduruku
. Originárias: uma antologia feminina de literatura indígena
. A terra dos mil povos, Kaká Werá Jecupé
. Futuro ancestral, Ailton Krenak
. O desejo dos outros, Hanna Limulja
Fonte: Tag Livros – https://www.taglivros.com/blog/literatura-indigena/
Foto do card: Freepik, com ilustração no Canva